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2/04/2012

[DICAS] Atenção Criando Senhas Seguras Se Proteja!

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Criando Senhas Seguras

Nem todos dão a devida importância que as senhas bem elaboradas merecem, o que coloca em risco dados pessoais importantes e sua segurança.

Como as senhas são roubadas?

A resposta é: de várias maneiras diferentes. Algumas das maneiras consistem simplesmente em tentativa e erro, seja de modo humano ou com quebradores de código.

Qual será o modo mais simples de roubar a senha de alguém? A resposta certa é “pedindo”. Pois é, a maior parte dos ataques a contas de email são feitos por pessoas que conseguiram acesso às senhas por conhecerem os usuários. Ex-namorados, amigos com algumas mágoas e familiares podem utilizar sua conta facilmente.

Em segundo lugar no ranking, está a “suposição”. Se uma pessoa tem acesso a vários dados sobre você, mas nunca soube exatamente qual a sua senha, ela pode usar técnicas de adivinhação para invadir seus dados. Por isso é recomendado que não sejam utilizadas senhas com referência direta ao telefone, aniversário ou nome.

Somente na terceira posição aparecem os ataques de crackers. E eles se dividem em três categorias: força bruta (robôs que fazem combinações de letras), palavras comuns (utilizando apenas palavras reais) e ataque de dicionário (envios de tentativas com até 500 mil palavras existentes nos dicionários).

As Senhas mais comuns são:

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O que devo evitar para criar uma senha segura?

O primeiro passo para uma senha segura é evitar absolutamente tudo o que foi colocado acima como “senhas mais comuns”, pois os programas para quebrar códigos vão tentar primeiro o que é mais utilizado, já que soma mais ou menos 20% dos usuários de hoje.

Palavras comuns (principalmente em inglês) vêm logo em seguida das senhas mais usadas, por isso é importante evitá-las. Ou seja, na hora de criar uma senha, não saia olhando para sua mesa procurando objetos que podem “inspirá-lo”.

Evite também usar informações pessoais para criar sua senha, pois as pessoas podem facilmente obter de tudo hoje, graças às redes sociais. Ou seja, não use nome de pessoas próximas, de animais de estimação e muito menos a data de nascimento/aniversário. Também devem ser evitados nomes de locais geográficos, como cidades, países etc.

O lembrete de senha nunca deve ser tão simples como insinua. Isso porque geralmente já existe uma caixa de seleção com perguntas óbvias: “Qual seu animal de estimação” e “Em que cidade você nasceu”, por exemplo. Aproveite para colocar uma resposta diferente e que não tenha nada a ver com a pergunta. Assim, você evita que as pessoas consigam trocar sua senha.

É muito frequente as pessoas utilizarem a mesma senha para vários sites diferentes (às vezes para todos os quais têm conta). Isso só facilita ainda mais para os crackers, já que com a posse de uma senha eles acessam tudo a seu respeito. Além disso, eles sempre começam a descoberta pelos sites que consideram ter a segurança mais fraca.

Dicas de como criar uma boa senha

Agora que você já viu tudo o que deve evitar, pode conferir algumas dicas de como criar uma boa senha. Sempre que você está em um site realizando o cadastro, aparecem instruções de como você deve criar uma senha, quantos caracteres são necessários e o que é permitido. É importante usar isso como base para a criação de uma boa senha.

Não use somente caixa baixa ou alta, faça uma mistura das duas formas. Para “complicar” mais ainda, é essencial misturar números com as letras. Usar caracteres especiais ($, #. +, = etc.) é sempre uma boa ideia quando permitido pelo site.

O único problema é que muitos vão ter um problema de memorização com senhas tão complicadas. Ou seja, algo como “UpMnSt!34$” pode não ser a melhor opção se você não tiver boa memória. Uma boa tática é criar uma frase e transformá-la em uma espécie de sigla. Por exemplo: “Fui embora de São Paulo porque não tinha 15 reais” vira facilmente: “FedSPpnt15R$”.

Usar a “técnica leet”, ou seja, de números no lugar de letras, também é uma boa ideia para fugir do comum quando se quer utilizar nomes e palavras. Por exemplo: a palavra superpoderes pode se transformar em “5up3rp0d3re5”.

Por fim, você pode usar um verificador bastante exigente feito pela Microsoft, que diz qual a força detectada em seu password com uma medição em quatro níveis. Clique aqui para acessá-lo. Outro serviço bastante parecido para fazer essa verificação é o How Secure Is My Password?, que diz quanto tempo leva para “quebrar” sua senha.

Quanto tempo leva para uma senha ser quebrada?

Constantemente, são disponibilizados estudos acerca do tempo gasto por um cracker para quebrar senhas. Já se sabe que, com a utilização de GPUs (no lugar das CPUs), o período pode ser muito menor, por isso é necessário que alguns cuidados sejam tomados na hora de cadastrar a sua palavra-passe.

Códigos muito simples compostos por apenas três letras são um problema para qualquer usuário. Utilizando ataques de força bruta, eles podem ser corrompidos em menos de três minutos. No mesmo tempo, é possível realizar a quebra com técnicas de palavras comuns. Em ataques de dicionário, até uma hora pode ser gasta (isso até chegar à letra “Z”).

Quanto mais caracteres colocados, menor é o risco de o roubo ser completado rapidamente. A tabela do site Baekdalmostra quando cada força de senha é necessária (com base no tempo gasto para quebrar o bloqueio), afinal de contas, ninguém quer ter a conta de emails invadida, mas não é fácil decorar senhas com mais de 20 caracteres.

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Cuidados adicionais

Se você é administrador de redes ou serviços de email, pode adicionar algumas condições de acesso que oferecem ainda mais segurança para as senhas dos usuários. Aplicativos de “bombardeio” de códigos podem fazer até 100 combinações por segundo. Estipulando regras para cada tentativa, até mesmo senhas simples ficam mais seguras.

Por exemplo: utilizando a senha “Branco Ovo” em servidores sem restrições, sua senha poderia ser quebrada em menos de 2 meses. Se a cada tentativa errada existir um bloqueio de cinco segundos, o período sobe para mais de 60 anos. Há como melhorar, pois se a cada dez senhas incorretas ocorrer um bloqueio de uma hora, serão necessários mais de 1.800 anos para a invasão.

Outro ponto que deve ser lembrado: de nada adianta criar senhas incrivelmente seguras se você não cuidar de outros aspectos na utilização. Clicar em links maliciosos pode fazer com que keyloggers sejam instalados em seu computador, fazendo com que todas as teclas digitadas sejam enviadas para servidores externos. Dessa forma, os crackers só precisam copiar o código digitado para conseguir acessar sua conta e roubar informações valiosas.


FONTE: http://www.brazukas.org

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11/03/2011

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9/12/2011

Noticias - Dez duras verdades sobre o HTML5

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 html5





Para muitos profissionais de TI o HTML5 representa a chegada de algumas novas características interessantes, com potencial para provocar uma mudança de paradigma na programação Web. Polvilhe um pouco de HTML5 em seu código e seus sites serão mais rápidos e mais extravagantes. Mas a realidade do que HTML5 pode fazer por aqueles que procuram APPs na Web está aquém do hype.
O momento é propício para admitir que existem limitações sérias com o modelo. Não só há razões para lamentar sobre o fato de o HTML5 não realizar todos os nossos sonhos de atingir o nirvana na Web, como até mesmo razões para abster-se de usar o HTML5, em alguns casos.
A verdade é que, apesar de suas capacidades poderosas, o HTML5 não é a solução para todos os nossos problemas. Suas características adicionais são convincentes e ajudam a tornar aplicativos Web concorrentes formidáveis para aplicativos nativos, mas questões com segurança, limitações para armazenamento local de dados, os desafios de sincronização e as políticas de uso, deveriam ser suficientes para frear todas as expectativas. Afinal, cada tecnologia tem suas limitações.
Listamos dez duras verdades que os desenvolvedores Web devem considerar para tirar o máximo do HTML5.
1:: Segurança é um pesadelo
Na ponta cliente, o problema fundamental é que o usuário final tem controle sobre o código executado na máquina. No caso de aplicações Web, quando o seu browser vem com uma ferramenta de depuração, é mais fácil do que nunca abusar desse controle.
Com um depurador JavaScript como o Firebug, quem tem alguma curiosidade sobre o que o Facebook, o Google, ou qualquer outro site está fazendo pode simplesmente começar a inserir breakpoints e ver o código. Isso é ótimo para depurar e aprender como operar sites, mas também é um pesadelo para a segurança.
Suponha que você tenha o interesse em mudar o valor de uma variável. O Firebug ou qualquer um dos depuradores presentes em outros navegadores pode ajudá-lo a ajustar as variáveis como você desejar. Quer enganar seus amigos e fazê-los crer que você está em determinado local, longe do local onde você de fato está? É fácil editar as variáveis latitude e longitude para colocar seu browser em qualquer lugar do mundo. Todas as características puras do seu aplicativo Web podem ser modificados, e o browser torna mais fácil essa modificação do que um APP de código nativo.
Isso significa que os aplicativos baseados em clientes HTML5 podem não ser confiáveis para a coleta dos dados, e é melhor para que todos tenham consciência de suas capacidades.
2 :: O armazenamento local de dados é limitado
A permissão para o armazenamento de até 4Gbytes de dados estruturados pelo banco de dados presente no browser, no lado do cliente _ de forma parecida a como vinha ocorrendo com o uso das cookies, mas tentando eliminar as limitações impostas, como o tamanho de 4Kb _ é uma das funcionalidades mais badaladas do HTML5.
O desenvolvedor deve lembrar, no entanto, que o armazenamento local é por site e estará disponível para seus scripts toda vez que o site que originalmente armazenou os dados for acessado, de modo a poupar largura de banda e melhorar o desempenho.
E também que os banco de dados dos browsers não dão aos usuários o mesmo poder sobre seus dados que eles teriam em outros aplicativos.
Por exemplo: o usuário não pode mover os dados armazenados para outra máquina, fazer cópias, fazer um backup, ou abri-lo com um aplicativo diferente do navegador. Os arquivos não são projetados para se mover facilmente, embora seja possível fazê-lo se o usuário souber onde e como localizá-los. Até porque, não são como planilhas ou documentos de texto, fáceis de abrir com qualquer editor.
3:: Dados locais podem ser manipulados
O usuário não pode ter controle sobre os dados armazenados localmente, mas o site central também pode ter problemas por causa com a sincronização e até mesmo com a segurança desses dados.
Não há como o desenvolvedor garantir que o banco de dados local nunca será manipulado pelo usuário. Embora não existam ferramentas que tornem a edição dos dados locais e/ou a atualização de privilégios, tarefas fáceis para os usuários, ainda assim elas podem vir a ocorrer. Brechas de segurança do código JavaScript , por exemplo, são apenas um dos caminhos possíveis para tal.
4:: A sincronização dos aplicativos offline é um pesadelo
A possibilidade de armazenamento local de dados local do HTML5 melhora imensamente a capacidade de usar aplicativos Web no modo offline. O único problema é a sincronização de dados.
Se um aplicativo Web está conectado à Internet, pode sempre salvar os dados para a nuvem. Quando está offline, as alterações não são sempre armazenados na nuvem. Quando alguém muda de navegador ou usa uma máquina diferente, cópias começam a proliferar e as dificuldades de sincronização também.
Os desenvolvedores devem se preocupar em fornecer a interface para que o usuário possa lidar com a sincronização. A especificação HTML5 não oferece qualquer ajuda.
Programadores gerenciar essas dores de cabeça utilizando sistemas de controle de versão, que se tornaram cada vez mais sofisticados para lidar com esse problema. No entanto, apenas ter a tecnologia não significa que ela seja de fácil uso. A fusão de vários repositórios GIT pode levar tempo.
5:: A nuvem lhe deve nada
Não é justo culpar HTML5 por todos os problemas estruturais com o armazenamento de dados na nuvem, mas a nuvem é uma parte essencial do modelo, que tira proveito dela para corrigir todas as dores de cabeça da instalação de software e backup de dados.
Dadas as limitações de armazenamento local de dados do HTML5, a maior parte do armazenamento de dados das APPs Web continuará nos servidores, e há momentos em que esta abordagem poderá ser devastadora.
Recentemente o Facebook decidiu que não gostava de um plug-in baseado em Linux para fazer upload de fotos. O plug-in foi removido, juntamente com todas as fotos que foram enviadas ao usá-lo.
Essas histórias não são comuns, mas estão se tornando cada vez mais frequentes, por muitas razões. E podem vir a ser um problema ainda maior se considerarmos que muitos termos de serviço de aplicações Web não responsabilizam os fornecedores por perdas de dados, deixando o usuário sem nenhum recurso legal para recuperá-los. Alguns dos acordos de serviço mais ultrajantes insistem que os dados podem até mesmo serem excluído sem "nenhuma razão” para tal.
A estrutura do HTML5 praticamente garante que qualquer do dado em cache local no navegador do usuário será armazenado na nuvem, fora de seu alcance e controle. O hype HTML5 diz que esta é uma característica fantástica, mas esquece que ele pode se voltar facilmente contra o modelo.
6:: Upgrades forçados não são para todos
Uma história, apócrifa, circula na rede. Consta que determinada pessoa usou uma conta de Gmail para conexões casuais com pessoas em bares. Quando o Google+ foi lançado, todas as lembranças dessas pessoas vieram à tona, porque endereços antigos para os fóruns de discussão voltaram à superfície. Todos os dias, velhos conhecidos reaparecem lá pedindo para serem incluídos em círculos de discussão.
Quando as empresas Web necessitam fazer o upgrade de seus serviços, normalmente o fazem de uma vez, contemplando todos os usuários ao mesmo tempo. Se, por um lado, isso livra os usuários de terem que gerenciar a instalação do upgrade, por outro acaba virando um pesadelo para qualquer um que não queira usar os novos recursos.
E este não é apenas um problema para a privacidade das pessoas, como no caso acima.
7:: Web Workers não oferecem priorização
eb Workers estão entre os recursos mais intrigantes do HTML5. Ele acelera o carregamento de páginas web cheias de código javascript, por ser capaz de executá-los em processos separados do restante da página web. Em outras palavras, o HTML5, com o Web Workers permite que o navegador se comporte como um sistema operacional, ainda que parcialmente.
Infelizmente, não há maneira de gerenciar a carga de trabalho de forma eficaz ou de definir prioridades.
8:: Incompatibilidades de formato abundam
Não culpe os comitês do HTML5 pelo fato de os desenvolvedores de browsers não tenham decidido implementar todos os vários formatos áudio e vídeo. São os desenvolvedores que têm que lidar com as consequências quando um arquivo que funciona perfeitamente em um browser não faz nada em outro. Há um teste para isso? Desenvolvedores de API foram espertos o suficiente para incluir a função canPlayType, mesmo que ela não seja suportada por todos os navegadores.
9:: Implementações são browser-dependentes
A visão idílica do HTML5 é uma coisa, a realidade grungy de suas implementações é outra. Verdade. Os programadores estão tentando fazer o seu melhor para construir os sonhos dos arquitetos, mas algumas tags e objetos não funcionam corretamente.
Por exemplo, há muitos desejos sobre a API de geolocalização do HTML5. Ela oferece alguma proteção para a privacidade e um pouco de controle sobre a precisão. Mas em determinado browser, sempre dá time out.
Em última instância, esta é mais uma reclamação sobre como os navegadores não conseguem implementar recursos HTML5 de forma consistente, ao contrário de um ser que visa a estrutura da API em si.
10:: Idiossincrasias de hardware impõem novos desafios
Também parece injusto reclamar sobre como alguns desenvolvedores de browser vão além do dever de proporcionar um desempenho muito melhor. Mas nenhuma boa ação fica impune.
A Microsoft tem feito um grande trabalho de melhorar o desempenho de objetos Canvas no IE, integrando-os com os drivers de baixo nível de hardware. A empresa encomendou jogos simples, como pirateslovedaisies.com, para demonstrar o recurso.
Mas agora os programadores devem prestar atenção para saber se esse recurso adicional está disponível ou não, e se seu código está sendo executado.



Notícia por Reporter: Sarutobi
Fonte da notícia: CIO
Data da notícia: 16 de agosto de 2011 às 22h48
Link da notícia: http://cio.uol.com.b...-sobre-o-html5/






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7/21/2011

as 7 coisas que você deve saber antes de comprar memória RAM

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Antes de sair por aí e gastar com o primeiro pente de memória que encontrar, verifique o que você deve levar em consideração antes da compra.
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Todo programa executado é armazenado, temporariamente, na memória RAM do computador. Quando mais programas do que o suportado são abertos, o sistema operacional passa a utilizar a chamada memória virtual, que é armazenada em disco.
Porém, há uma desvantagem nesse processo: a leitura e escrita de dados no HD na máquina são muito mais lentas do que o processo equivalente na memória física. Para evitar que isso cause quedas de desempenho no computador, basta ter muita memória RAM disponível.
Mas antes de sair por aí, comprando qualquer uma das opções disponíveis no mercado, há alguns pontos que devem ser verificados. Para facilitar, listamos abaixo o que achamos importante saber antes da compra.
1. Quantos GB de RAM eu preciso?
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A resposta depende do uso que você fará do computador. Para sistemas desktop comuns, usados para tarefas rotineiras, como navegar na internet e fazer pequenas edições em fotografias digitais, é recomendado ter, pelo menos, 2 GB de RAM.
Caso o computador seja usado para tarefas que exijam mais performance, como a compilação de programas e edição de áudio, recomendamos que tenha disponível pelo menos 4 GB. Mas se o assunto for games de última geração, é melhor não economizar e instalar até 6 GB de RAM. Assim, você terá memória de sobra para jogar os últimos lançamentos do mercado.
Note também que sistemas operacionais (SO) de 32 bits reconhecem, no máximo, até 4 GB de RAM. Portanto, para usar mais memória do que isso, o usuário deve instalar um SO de 64 bits.
2. Formatos de RAM
DDR, DDR2, DDR3, SDRAM, So-Dimm etc. Essa “sopa de letrinhas” costuma confundir o usuário antes da compra. Consulte sempre o manual da sua placa-mãe para saber qual é o formato compatível com ela.
3. Frequência e voltagem
Como regra de ouro, podemos dizer que, quanto mais alta a frequência do pente de memória, maior é o desempenho dele. Porém, antes de comprar aquela memória de 1.600 MHz, é necessário verificar se a placa-mãe do seu computador suporta esse tipo de RAM.

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Caso a frequência da memória seja superior à suportada pela placa, a RAM funcionará com uma performance inferior. Dependendo do caso, ela nem mesmo poderá ser utilizada na mesma máquina. Se o pente de memória tiver frequência inferior à suportada pela placa-mãe, o sistema como um todo perderá em desempenho, já que estará trabalhando abaixo do seu limite.
Além disso, algumas memórias podem exigir uma voltagem fora dos padrões para funcionar corretamente. Por isso, é sempre importante consultar o manual da placa-mãe para saber se ela é capaz de trabalhar com os requisitos exigidos pela RAM.
4. Latência
Dessa vez, a regra é inversa: quanto menor o valor, melhor. Afinal, a latência é o tempo que a memória leva para acessar determinado dado. Portanto, quanto menor o tempo de latência (atraso), mais rápido a memória responderá e enviará dados aos demais componentes de hardware.
5. Confira a QVL
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A maioria dos fabricantes de placa-mãe costuma disponibilizar uma lista de fornecedores qualificados. Em inglês, essa lista é conhecida como Qualified Vendor List (QVL) e, nela, é possível encontrar os principais modelos e marcas de memória RAM indicadas para a sua placa.
Portanto, antes de comprar um produto totalmente desconhecido, vale a pena conferir o preço das indicações listadas na QVL. Pode ser que, por alguns poucos reais a mais, você possa adquirir uma RAM licenciada pela fabricante da sua placa-mãe, o que significa mais estabilidade e compatibilidade.
6. Garantia
É aconselhável pensar com seriedade na memória a ser adquirida. Quando compramos uma televisão, por exemplo, é comum perguntarmos sobre o tempo de garantia fornecido pelo fabricante. O mesmo acontece com a RAM. Antes de fechar a compra, verifique se o fabricante ou a loja fornece garantia para o produto.
7. Quantidade de pentes instalados
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Quanto mais simples, melhor. A máxima também serve para esse caso. Se estiver em dúvida quanto a comprar quatro pentes de 1 GB ou dois de 2 GB, opte pelo menor número de pentes. A razão é simples: é menos “custoso”, para a placa-mãe, gerenciar dois pentes de memória, do que quatro.



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6/05/2011

Editor extremamente simples de códigos fontes que destaca a sintaxe de linguagens como PHP, Java, C#, C++, XML, ASP e Javascript

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"O programa supre as necessidades mais básicas de quem trabalha com desenvolvimento de software e prefere uma ferramenta simples para trabalhar, mas deixa a desejar por não auxiliar a indentar o código ou alterar a codificação do texto"

Análise de Felipe Augusto Cavalcante

7.5 Prós

  • Visual extremamente simples
  • Destaca a sintaxe para linguagens como Java, XML, PHP, C#, ASP e Javascript
  • Configurações fáceis de acessar, bastando apenas um clique na aba principal
  • Suporta a formatação de textos com fontes, tamanhos e cores

Contras

  • Requer a instalação do .NET Framework 4 para rodar
  • Não traz opções para modificar a codificação do texto, podendo prejudicar o desenvolvimento de projetos Web
  • Faltou um auxiliar de indentação O menu Ribbon acabou dificultando o acesso ao botão usado para salvar o documento

Com a tecnologia  atual empregada no desenvolvimento de software, podemos obter até mesmo gratuitamente ferramentas capazes de construir, em segundos, partes complexas de sistemas. Toda esta praticidade acaba trazendo consequências, como visual extremamente carregado do aplicativo e diversas linhas de códigos que muitas vezes poderiam ter sido melhor organizadas e até mesmo sintetizadas.

Fluentnotepad surge como uma alternativa para quem deseja editar cada linha de código manualmente e contar com o destaque através de cores para a sintaxe das linguagens PHP, Java, ASP, C#, C++, XML, HTML e Javascript. O visual da ferramenta lembra bastante o utilizado pelo pacote Office 2010 com o menu Ribbon, característica esta aproveitada para exibir de forma organizada seus principais recursos e configurações.

Código gerado automaticamente pela ferramenta a partir do modelo Java

Código gerado automaticamente pela ferramenta a partir de seu template Java

Simplicidade para o dia a dia

O grande destaque do aplicativo fica para o seu visual extremamente enxuto, que deixa de lado as centenas de botões e recursos que acabam, em determinados momentos, mais atrapalhando do que ajudando em outros aplicativos do gênero. Configurar o aplicativo também é algo extremamente simples, bastando para isto poucos cliques em sua interface e em caixas de seleções dispostas na própria aba Arquivo do menu.

Exemplo de código PHP com a sintaxe destacada

Exemplo de código PHP com a sintaxe destacada

Faltaram recursos importantes

Dentre os recursos que mais fazem falta no aplicativo, está o auxiliar de indentação, praticamente indispensável para melhorar rapidamente a visibilidade de blocos de código mais extenso e a possibilidade de selecionar a codificação do texto. Este último recurso é especialmente interessante para quem trabalha com desenvolvimento Web em projetos mistos com ISO, UTF-8 e outros padrões.

Ainda assim, uma boa ferramenta

O Fluentnotepad já pode ser utilizado tranquilamente para rápidas edições de código e tarefas simples de edição de texto, mas o uso intenso somente será mais confortável quando o aplicativo obtiver mais recursos. Mesmo com suas limitações, a ferramenta é uma boa alternativa para manter às mãos para quando não dispomos de alternativas mais robustas ou máquinas capazes de executá-las.

Roda em Windows XP, Vista, 7

Disponível nos idiomas: Inglês Inglês 

Configuração e Instrução

Softwares Microsoft .NET Framework 4.0.0 
Fonte: Superdownloads

Download Fluentnotepad

 

 

 

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5/13/2011

A Verdadeira História da Internet - The True Story of the Internet

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A série ” Download: A Verdadeira História da Internet” do Discovery Channel, pretende mostrar “tudo sobre a revolução tecnológica, cultural, comercial e social que mudou nossas vidas e mudou tudo”. São quatro episódios: “A Guerra dos Navegadores”, “A Pesquisa”, “A Bolha” e “O Poder das Pessoas”.
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1) A Guerra dos Navegadores
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Guerra dos Browsers, ou guerra dos navegadores Web, é o nome dado a um período (aproximadamente de 1995 a 1999) na história da Internet no qual a empresa Netscape, produtora do software browser (navegador) de mesmo nome, perde a sua liderança absoluta no mercado de softwares dessa categoria para a empresa Microsoft, produtora do software de mesma função chamado Internet Explorer.
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2) A Pesquisa
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Quando Larry Page e Sergey Brin se voltaram para os problemas da utilização de mecanismos de buscas na internet, muitos não deram atenção. Afinal, o Yahoo havia aparentemente monopolizado o mercado com seu mecanismo de busca onipresente e parecia não existir a necessidade de mudar algo que funcionava bem. Mas os dois intelectuais não pararam e isso marcou o nascimento do Google, que mudaria tudo.
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3) A Bolha
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Amazon e eBay, os dois titãs do moderno comércio eletrônico, são bem-sucedidos e também muito diferentes. Neste episódio, seus fundadores, Jeff Bezos e Pierre Omidyar, contam a história de como seus negócios cresceram do nada para o domínio da economia global e mudaram profundamente o modo de vida das pessoas. Quando Jeff Bezos apareceu pela primeira vez com a idéia do Amazon, ninguém acreditava que ela tivesse futuro. Já Pierre Omidyar concebeu o eBay como um hobby que vale hoje 45 bilhões de dólares.
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4) O Poder das Pessoas
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Tudo começou com o Napster, um meio para a troca de músicas concebido por um adolescente chamado Shawn Fanning, que foi considerado um marco controverso na história da internet.Embora o Napster tenha sido extinto rapidamente, as sementes haviam sido plantadas para uma nova revolução que iria finalmente liberar todo o potencial da Web, criando a Web 2.0. A partir do Digg, passando por Second Life e grandes sucessos como Wikipedia, Delicious e YouTube.
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ScreenShots

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Elenco
Dados do Filme

Vários
Titulo Original: Download: The True Story of the Internet
Título Traduzido: Download – A Verdadeira História da Internet
Gênero: Documentário
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 45 min cada
Tamanho: 1.37GB
Formato: TVrip
Vídeo Codec: XviD
Codec do Áudio: MP3
Idioma: Português

Dados do Arquivo
Dados Técnicos

Quantidade de Mídias: 1
Tamanho: 1.37 GB
Extensão do Arquivo: Tipo de Compartilhamento: http;
Idioma do Audio: Português
Legendas: Sem Legenda
Qualidade do Vídeo: TVRip
Ano de Lançamento: 2008
Resolução: 640 X 480
Formato de Tela: Tela Cheia(4x3)

Outras Informações

Créditos: soturno(MSJP)

Download

Link Ativo1 - Guerra dos Navegadores


Link Ativo2 - Pesquisa



Link Ativo3 - A Bolha


Link Ativo4 - O Poder das Pessoas

 

 

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4/10/2011

Ameaças no Facebook infectam perfis de milhares de usuários. Proteja-se!

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Notícia
Descubra quatro formas bastante utilizadas pelos hackers para entrar em sua conta e veja como fugir das armadilhas.
Novas maneiras de cracking estão sendo encontradas no Facebook. De acordo com a Sophos, as principais ameaças na rede social são em forma de convites e, até mesmo, alerta de vírus. Estes malwares vêm, na maior parte das vezes, com spams - aquelas mensagens que são encaminhadas para várias pessoas automaticamente.
Confira as quatro ameaças atuais mais frequentes na rede social:



Links não confiáveis
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assunto, mas na verdade são links geradores de receita, que levam parte do dinheiro adquirido com publicidade para a caixa de comissões do cracker. Ou seja, ele acaba ganhando dinheiro ao fazer você cair numa pegadinha.
Um exemplo é o "Who blocked you from his friend list ?", que promete mostrar ao usuário quem, na sua lista do Facebook, te bloqueou para visualização de comentários e informações. O golpe já enganou 165 mil pessoas até o momento.

Permissão de aplicativos falsos
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Cuidado com aplicativos não confiáveis! Todos os que prometem descobrir quem te visita na rede social e acessar informações bloqueadas de outros perfis são falsos.
Quando o aplicativo é permitido na conta, todos os dados pessoais do perfil são transferidos para o cracker, que também pode aproveitar a invasão para enviar a sugestão do aplicativo para seus amigos. A ameaça se torna viral e compromete as informações pessoais dos membros.

Avisos falsos
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Nem sempre os alertas de "Não aceite fulano no seu perfil!" são reais. Por mais que não existam links com malware, muitas vezes trata-se de um hoax (aviso falso). Portanto, se não quiser cair em uma farsa, verifique os fatos antes de publicá-los.

Imagens e caricaturas divertidas
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Mais de 600 mil pessoas caíram nas promessas de imagens divertidas do Photoshop, caricaturas virtuais e outros. Podendo vir em forma de aplicativo, link e outros, o hacker consegue acessar o perfil do usuário, que pode ter sua conta comprometida.


Imagem/Vídeo

Imagem

Quem é usuário fica ae a dica...

Fonte

Notícia por Reporter: Grand Nelio
Fonte da notícia: Olhar Digital
Data da notícia: 06/04/2011
Link da notícia: Clik Aqui

 

 

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3/01/2011

Windows 7 Service Pack 1 - Lançada a versão final do SP1

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Periodicamente são lançadas atualizações para manter a segurança e a estabilidade do Windows. Em algumas situações, também são incluídos novos recursos e ferramentas para o sistema. Os Service Packs, também conhecidos como SP, reúnem um grande conjunto de atualizações em um só pacote.

Windows 7 Service Pack 1 (SP1)  é o primeiro grande pacote de atualizações lançado para o Windows 7 e 2008, sucessores do Windows Vista. O pacote reúne principalmente atualizações para manter o sistema operacional seguro e estável, fatores que também influenciam o desempenho geral.

Lançada a versão final do SP1

Após uma série de testes realizados nas versões Beta e RC (Release Candidate) do grande pacote de atualizações para Windows 7, a Microsoft lançou esta versão definitiva do SP1. Na prática, a saída da versão RC para a final representa maior estabilidade para as correções aplicadas, impactando menos no PC dos usuários.

Para aplicar as correções, é possível gravá-las em DVD, utilizando uma ferramenta como ImgBurn, ou então descompactar o arquivo ISO com o 7-Zip Em português ou um descompactador de sua preferência. Lembrando que, salvo em DVD, estará pronto para aplicação na próxima reinstalação do sistema.

Atenção!

É recomendado, antes de realizar qualquer grande alteração no sistema operacional, efetuar cópias de segurança (backup) de suas informações mais importantes, prevenindo assim qualquer perda de dados que possa vir a ocorrer.

Roda em Windows 2008, 7

Disponível nos idiomas: Português Português 

Configuração Mínima para 32 bit

  • Processador Pentium III/Celeron/Pentium M/Athlon/Duron com 1GHz e 1GB de memória RAM.
  • Espaço no HD 16GB de espaço no HD.

Download Windows 7 Service Pack 1 (SP1)

 


Fonte: http://www.superdownloads.com.br/download/30/windows-7-service-pack-1-(sp1)/#ixzz1FMQ4hdld

 

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2/19/2011

Especialistas afirmam que não existe software com essa capacidade. Para a companhia, o 100%

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Especialistas afirmam que não existe software com essa capacidade.
Para a companhia, o 100% 'não se referia à detecção de vírus'.

Uma imagem no site principal do antivírus Security Essentials, no site da Microsoft Brasil, afirmava que o software era "ilimitado" e "100% eficiente". O G1 levou as informações a especialistas, que apontaram a inexistência de um software com essa capacidade. Depois de notificada, a empresa alterou a imagem.
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A arte era exclusiva da página brasileira. Sites do Security Essentials no resto do mundo tinham outra imagem, igual a que hoje também foi colocada na página brasileira.
"O pessoal do marketing tende a exagerar", afirma Peter Stelzhammer, vice-presidente do laboratório de testes AV-Comparatives – um dos poucos no mundo especializados em testes de desempenho antivírus. "Se algum fabricante diz que protege 100% de ameaças, na maioria das vezes, o pessoal do marketing está se referindo à Wildlist. Nesse caso, não é um testemunho falso, mas não condiz com o desempenho real do software antivírus", explicou o especialista.
A Wildlist é uma lista contendo os vírus que estão em circulação. Ela foi criada em 1996 e é atualizada com a colaboração de vários pesquisadores antivírus. Com o passar dos anos, porém, ela deixou de representar a realidade de vírus ativos.
Testes antivírus de má qualidade usam apenas os vírus da Wildlist e os departamentos de marketing se aproveitaram da lista para usar o número de "100%" de forma verdadeira e ao mesmo tempo ilusória. A Wildlist de dezembro de 2010, por exemplo, possui apenas 569 vírus – nenhum deles brasileiro, embora várias fraudes tenham circulado no período.
"Quase todos os fabricantes hoje evitam esse tipo de afirmação porque causa confusão aos usuários", informou Stelzhammer. Segundo o laboratório, não existe hoje um software capaz de detectar 100% das ameaças. No último teste doAV-Comparatives, realizado em agosto, o líder obteve 99,9%. Mesmo assim, Microsoft ficou em 10º lugar.
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Novo texto no site do antivírus segue padrão internacional da página, com afirmações mais difíceis de contestar. (Foto: Reprodução)
Mas a explicação da Microsoft para os 100% não envolveu a Wildlist. "O 100% da frase é em relação à eficiência do software e não sobre detecção de vírus e malware ", afirmou a companhia em um comunicado.
Questionada a respeito do que é "eficiência" em um software antivírus, a companhia disse ser a ideia de "integração com o Windows, pois o Security Essentials é desenvolvido exclusivamente para a plataforma e seu funcionamento é contínuo e transparente, inclusive nas atualizações, mantendo o usuário protegido durante todo o tempo em que ele estiver utilizando o computador". "De qualquer forma, a Microsoft decidiu alterar a frase para que a comunicação fique mais clara", disse o comunicado.
'Ilimitado'
Outro problema da peça publicitária era a palavra "ilimitado". O Security Essentials não possui um limite de tempo de uso, mas possui, sim, uma limitação. Em empresas e outras organizações, ele pode ser usado em no máximo 10 computadores. Acima disso, é preciso adquirir a solução comercial da Microsoft. A empresa explicou que o "ilimitado" apenas "destaca a questão do tempo de uso do produto pelo usuário". Somente o texto na página fazia referência à limitação.
Propaganda enganosa ou defeito
O advogado especializado em direito de informática Omar Kaminski explicou que as afirmações da Microsoft poderiam caracterizar propaganda enganosa ou dar base para possíveis reclamações sobre defeitos no software.
"O serviço prestado pode ser considerado defeituoso se não fornecer a segurança que o consumidor dele pode esperar. Assim, a Microsoft está sujeita a reparar o dano que isso porventura possa ter causado, independentemente de culpa", explicou o advogado. A Microsoft, para ganhar um possível processo, teria que provar que houve culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.
O advogado ainda levanta a possibilidade de a afirmação ser abrangente demais a ponto de prejudicar a concorrência. Outras companhias antivírus poderiam abrir queixas na Justiça ou órgãos como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
Notícia por Reporter: Scorpionp2p
Fonte da notícia: G1 Globo Tecnologia
Data da notícia: 01/02/2011
Link da notícia: Clique aqui

 

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1/29/2011

Curso de Otimização de Sites SEO com doutorblogs

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Curso de Otimização de Sites SEO – UpInside

Neste curso vamos aprender a trabalhar com URL’s amigáveis, aplicação de SEO em elementos HTML, Aprenderemos a utilizar as ferramentas do Google para aperfeiçoar e monitorar nosso site, e faremos uma campanha de SEO com mídias sociais e Otimização de site!
Veremos na pratica como utilizar o PHP para gerar nossa própria campanha de SEO de modo automático, com geração de Sitemaps, Feeds, cadastro de site em buscadores como google, yahoo, bing e muito mais!
OTIMIZAÇÃO DE SITES SEO
Objetivo: Capacitar o aluno a desenvolver campanhas de SEO, Aplicando técnicas para melhorar a posição de seu site ou de seu cliente nos resultados dos mecanismos de busca, Google, Yahoo, Bing Etc.
SEO: é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca. O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization, Acrônimo SEO, também traduzido no Brasil como “otimização para mecanismos de busca" também se refere a indústria de consultoria, que trabalha na otimização de projetos e websites de seus clientes.
O Curso: Neste curso vamos aprender a trabalhar com URL’s amigáveis, aplicação de SEO em elementos HTML, Aprenderemos a utilizar as ferramentas do Google para aperfeiçoar e monitorar nosso site, e faremos uma campanha de SEO com mídias sociais e Otimização de site!
Veremos na pratica como utilizar o PHP para gerar nossa própria campanha de SEO de modo automático, com geração de Sitemaps, Feeds, Url amigável e muito mais!

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  • Nome do livro: Curso de Otimização de Sites SEO – UpInside
  • Autor: UpInside
  • Ano de Lançamento: 2010
  • Número de Páginas: Video Aulas
  • Idioma: Português
  • Gênero: Informática
  • Edição:
  • Editora: UpInside

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  • Compartilhamento: http
  • Formato: Outro
  • Tamanho: 851MB

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Instrutor: Robson V. Leite
Tempo de DVD: Aproximadamente 5 horas
Tipo de arquivo: WMV
Qnt de arquivos: 38
Resolução das Aulas: 800×600
Arquivos: Scripts e material de acompanhamento

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Links

http://www.megaupload.com/?d=R6IB2B3A
http://www.fileserve.com/file/3KQeqBs

 

 

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1/12/2011

2011 previsões - para um Ano Novo muito tecnológico Novos televisores 3D tablets e sistemas operacionais.

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Em dezembro de 2009, fizemos uma lista com as previsões reunidas para o ano de 2010 e há pouco fizemos uma análise do ano para saber onde erramos e onde acertamos. Nos últimos dias de 2010 não poderia ser diferente: decidimos criar um novo artigo, com as previsões para o mercado da tecnologia de 2011.
Tablets, novidades no segmento dos dispositivos 3D, novos sistemas operacionais e mudanças nos padrões USB são apenas um pouco de tudo o que previmos para o próximo ano. Vale lembrar que não possuímos uma bola de cristal e realizamos este artigo com base em estudos sobre a movimentação do mercado e da indústria, por isso pode haver pontos que não sejam atendidos completamente.

2011: previsões para um Ano Novo muito tecnológico
Novos televisores 3D, tablets e sistemas operacionais. O que deve surgir no mundo da tecnologia no ano que vem.


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Então se ajeite confortavelmente em sua cadeira, ajuste o brilho do monitor e se prepare para nossas previsões tecnológicas. Separamos por tópicos para deixar ainda mais fácil a compreensão e localização das suas áreas de maior interesse.


Tablets

Não há como afirmar o contrário: 2010 foi o ano do iPad. O slate da Apple conquistou milhões de corações e, até o lançamento do Samsung Galaxy Tab, não conhecia concorrentes. Várias empresas anunciaram aparelhos similares, mas poucos deles causaram algum tipo de movimento por parte da imprensa e dos consumidores.

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Mudanças no mercado

Felizmente, em 2011 este mercado deve ser muito menos centralizado. A Samsung deve lançar um novo modelo para o Galaxy Tab, com melhorias nos recursos já existentes e também de componentes que não têm agradado aos usuários da maneira esperada. É o caso das telas que ainda ficam devendo para o concorrente da Apple.
O iPad, por sinal, também deve ganhar uma nova versão no próximo ano. Tudo indica que a empresa de Steve Jobs está planejando o iPad 2 com tudo o que faltou na primeira edição do slate: câmera digital, conexão USB, giroscópio e uma opção mais portátil (com menos de 9,7 polegadas).
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Muito além da disputa entre Samsung e Apple

Mas esses são apenas os dois mais esperados, não podemos nos esquecer também da enxurrada de opções que devem surgir no mercado. Já na CES devem ser anunciadas as datas de lançamento comercial dos novos slates Android das empresas Onkyo, Viliv, MSI e Nec Corporation. São esperados pelo menos 70 novos aparelhos.
Há também os aparelhos que trabalham com outros sistemas operacionais. A HP promete colocar novos smartphones e um tablet no mercado, todos eles com o mesmo WebOS 2.5.1. Não podemos esquecer-nos dos modelos da Viliv e da MSI que devem surgir com o sistema operacional Windows 7 instalado em seus discos.
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Novos Windows e Android

Em setembro, criamos um artigo para explicar a todos os motivos de o Windows 7 não ser recomendado para tablets. Na ocasião, citamos também que possivelmente o sistema operacional Windows Phone 7 (inédito até então) fosse mais recomendado para os slates. Mas o que parece é que a Microsoft irá lançar um sistema próprio para tablets neste ano.
Caso isso seja confirmado, a disputa pelo mercado de tablets deve ficar ainda mais acirrada no campo dos sistemas operacionais. A Google também planeja lançar a nova versão do Android, primeira delas que é feita especialmente para slates. O Honeycomb (ou Android 3.0) deve ser lançado oficialmente junto com o aparelho da Motorola, previsto para ser anunciado na CES.


3D sem óculos

No cinema, todos recebem óculos especiais para que possam visualizar os efeitos criados pela tecnologia das projeções tridimensionais. Mas quem compra um televisor 3D que necessita destes mesmos óculos, inevitavelmente, acaba ficando bastante irritado em algum momento. Isso porque com visitas em casa, fica impossível que todos assistam aos filmes, por exemplo.
Também há outros problemas relacionados às angulações entre quem está assistindo e o aparelho. Mas isso já está mudando, pois novos aparelhos já começam a ser lançados com tecnologia de projeção 3D que não exige a utilização destes óculos. Na CES 2011 será mostrada a primeira TV da Toshiba a dispensar os óculos. A primeira de muitas, espera-se.
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Não apenas televisores

Quem está por dentro do mundo dos games, sabe que os portáteis também possuem um representante de telas com projeção 3D. O Nintendo 3DS dispensa a utilização de óculos especiais e garante o conforto (e a dignidade) de quem está jogando fora de casa.
Este é apenas o primeiro passo. Já começaram a ser anunciados vários celulares com telas preparadas para exibir imagens em 3D a olho nu. Grande parte deles é composta por marcas de menor expressão, mas ainda em 2011 a tecnologia deve chegar às marcas mais consolidadas, dando mais credibilidade e confiança aos consumidores.
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Palavras de quem entende

Steve Schklair, CEO da 3ality Digital, divulgou em um documento oficial as suas previsões para o futuro dos televisores 3D. Sua empresa é responsável por 9 dos 10 primeiros resultados eficientes de transmissão tridimensional nos últimos dois anos. Isso engloba a primeira transmissão de uma partida do campeonato profissional de futebol americano (NFL) e até mesmo a Copa do Mundo de 2010.
Ele ainda reafirma a 3ality Digital como desenvolvedora de uma câmera capaz de capturar imagens em 3D e também em 2D, mais viável do que utilizar uma câmera para cada situação. Schklair ainda realiza uma série de previsões para os próximos dois anos, todas para este mercado das televisões 3D.
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Entre as principais expectativas do empresário estão a queda de preços nos aparelhos e a consequente adesão de mais consumidores. Séries de televisão devem começar a ganhar episódios em três dimensões, adesão das câmeras duais (2D e 3D ao mesmo tempo) e também a primeira transmissão tridimensional de um Super Bowl (final “mundial” do campeonato de futebol americano).
Além disso, ele afirma que outros dispositivos como tablets e smartphones devem ganhar telas com capacidades tridimensionais, propagandas de rua (outdoors) podem ganhar visores com projeção de imagens e por fim, câmeras caseiras também podem começar a ser desenvolvidas para esta nova tecnologia.


Distribuição digital

A Apple já anunciou que quer eliminar de vez os leitores de discos óticos de seus computadores. Com isso, fomenta um tipo de mercado que ainda não é muito conhecido dos brasileiros: aluguel de filmes por streaming. Deste modo, DVDs e Blu-rays não seriam mais compatíveis com os computadores, somente o carregamento online seria disponibilizado.
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Essa proposta já pode ser vista nos MacBook Air, notebook ultrafino que não conta com leitor algum. Netbooks também podem ser beneficiados com a tecnologia, visto que não possuem as dimensões suficientes para abrigar leitores de discos e discos rígidos para armazenamento de dados (sendo que estes são indispensáveis) ao mesmo tempo. Google TV e Apple TV também surgem aos poucos para dar novas opções aos consumidores.


Só filmes?

Muito pelo contrário. Livros, músicas e jogos também já conhecem este esquema e sabem que ele pode dar certo. Com a crescente expansão do mercado de leitores digitais, a distribuição de e-books também cresceu exponencialmente, até mesmo a Google criou sua própria loja de livros digitais.
No campo fonográfico, o iTunes continua sendo uma das principais formas de distribuição de músicas nos Estados Unidos. No Brasil este serviço ainda vai demorar um pouco para chegar, mas algumas gravadoras já possuem seus próprios meios de realizar vendas digitais de álbuns e canções de seus artistas.
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Quanto aos jogos, não há como não citar o Steam. Com uma enorme gama de games disponíveis, a plataforma de vendas e downloads possui títulos consagrados e hoje é uma verdadeira rede social de gamers, com comunidades, estatísticas e comparações entre os usuários conectados.
Seguindo as curvas crescentes de adesão de novos usuários dos últimos anos, é praticamente impossível que haja a estagnação destes segmentos. Um retrocesso seria ainda mais inesperado, visto que a cada dia, mais consumidores passam a fazer parte das listas de usuários destas plataformas.


USB 3.0

Conexões USB fazem parte de um padrão extremamente versátil da tecnologia. Utilizado nos mais diversos periféricos, este padrão é responsável não apenas pela facilidade na instalação de dispositivos (mouses, teclados e câmeras), mas também pelas altas velocidades nas transferências de dados e armazenamento de arquivos.
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Em uma situação impossível, disquetes flexíveis poderiam armazenar até 4 GB de informações, mesma capacidade de um pendrive comum. O problema é que para armazenar estes 4 GB, os disquetes levariam um tempo muito maior do que os pendrives, conectados pelo USB.
Como não são apenas discos removíveis que utilizam estes padrões, as capacidades de armazenamento acabaram ficando muito elevadas para as velocidades oferecidas pelos atuais dispositivos USB. Mas isso está para mudar, pois a nova tecnologia USB 3.0 já começou a ser instalada em vários computadores.
Esta nova versão é dez vezes mais rápida do que a versão 2.0. Com essa vantagem na velocidade, torna-se muito mais indicada para discos rígidos externos ou fotógrafos profissionais que precisam descarregar suas câmeras rapidamente para que possam continuar capturando imagens de determinados eventos ou locais.
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Como algumas empresas que montam computadores já começaram a instalar este padrão (e várias empresas de periféricos estão seguindo o mesmo caminho), no próximo ano deve ser muito mais fácil encontrar dispositivos compatíveis com a nova tecnologia do que foi em 2010.


TV com internet

A internet está em praticamente todos os lugares a que você vai. Faculdade, trabalho, shopping e até mesmo bares disponibilizam sinal para seus clientes. Se você pode ter acesso à internet em qualquer lugar fora de casa (ainda mais com conexões 3G), o próximo passo é ter conexão em todos os aparelhos eletrônicos da sua casa.
Video game, notebook e smartphone já não são novidades para a internet, mas aparelhos de televisão ainda são. Vários modelos já existem no mercado internacional e alguns já chegaram às terras brasileiras por preços pouco elevados em relação às versões sem internet.
Este tipo de tecnologia permite o carregamento de vídeos e músicas em streaming diretamente na tela da televisão, sem a necessidade de um computador intermediando o processo. Há aparelhos que utilizam navegadores e outros que possuem softwares específicos para determinados serviços.
Com o crescente número de modelos disponíveis, é bastante possível que em 2011 os preços sejam reduzidos e mais consumidores possam adquirir aparelhos de televisão com acesso à internet. Por isso o Baixaki aposta que este é um tipo de produto que ganhará muito adeptos no próximo ano.


SSD

Imagine um disco rígido com dimensões menores e que consuma muito menos energia do que os habituais HDs. Assim são os discos de estado sólido ("O que são SSDs?"), unidades de armazenamento mais avançadas que realizam as atividades de maneira digital.
Há várias vantagens dos SSDs sobre os HDs comuns. Por não utilizarem partes mecânicas, há menos desperdício de energia com dissipação de calor e movimento. Em suma, estes discos são mais silenciosos, rápidos, leves e oferecem menos riscos de superaquecimento.
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Hoje, as capacidades de armazenamentos ainda não são muito grandes, devido ao alto preço da tecnologia, mas essa história já começa a mudar. Algumas empresas já começam a investir no sistema, como é o caso da Apple (MacBook Air não possui discos rígidos comuns, por isso é mais leve e veloz).
Mas podemos afirmar que o SSD é tendência para os próximos anos e deve começar a aparecer com mais frequência ainda em 2011. Como todo dispositivo eletrônico, é provável que os valores comecem a cair em breve. Quanto mais montadoras de computadores utilizarem este tipo de tecnologia, mais rápido essa queda será percebida.


Apps Stores

Quando se pensa em loja de aplicativos, não há como deixar a AppStore da Apple de lado. Com centenas de milhares de softwares disponíveis, ela é hoje a maior concentradora de programas do planeta. Seguindo os passos da gigante, diversas outras plataformas começam a investir na mesma centralização para a distribuição de aplicativos.

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Os smartphones e tablets com Android contam com o MarketPlace oficial, que contém os aplicativos oficialmente cadastrados, e há poucas semanas foi a vez da Google lançar a sua loja de aplicativos. Chrome Web Store reúne os aplicativos que podem ser instalados no navegador Chrome e que, em breve, poderão ser instalados no Chrome OS.
Em 2011, é inevitável que este tipo de centralização cresça ainda mais. A Mozilla já anunciou a App Store para o Firefox e é possível que outras empresas entrem nesta onda. A Microsoft ainda não se pronunciou, mas não seria nada ruim que uma Windows Store fosse lançada para competir com a Mac App Store que deve chegar aos Macs ainda no começo do ano.
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Novos OSs

Faz pouco mais de um ano que o mundo conheceu o Windows 7, mas todos já esperam o Windows 8. Ao contrário do Windows 7, que surgiu – também com recursos novos, mas principalmente – como um alívio aos usuários que sofreram por anos com o Vista, o novo sistema operacional promete trazer mais novidades estruturais e menos correções.
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Ainda não é certo que 2011 será o ano deste novo sistema, mas com certeza surgirão novidades arrasadoras sobre seu funcionamento e sobre os recursos inéditos que devem chegar aos computadores dos usuários da Microsoft. Com expectativas bastante otimistas, pode-se dizer que o anúncio oficial já seria uma grande vitória.
O que deve chegar oficialmente ao mercado é o novo sistema operacional da Apple. O Mac OS X Lion (sucessor do Snow Leopard) promete trazer à Mac App Store (loja de aplicativos para o sistema operacional) o sistema Lauchpad (que simula a forma de distribuição de ícones do iPad) e a possibilidade de utilizar programas em tela cheia.

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Quem utiliza Linux também deve conhecer novidades. O Ubuntu, uma das distribuições Debian mais utilizadas do planeta, pode ganhar uma nova versão ainda no primeiro semestre de 2011. Natty Narwhal, como deve ser chamado, será a versão 11.04. Assim que ela for lançada, os usuários da Karmic Koala (9.10) deverão atualizar o sistema, pois ele perderá o suporte.
.....
Essas foram as previsões que o Baixaki preparou para todos que aguardam ansiosamente pelo ano novo da tecnologia. Em janeiro, não perca a cobertura completa do maior evento de tecnologia do mundo, a CES (Costumers Electronics Show). É neste evento que são pautados os movimentos do mercado tecnológico para o ano vigente.
Como aconteceu em 2010, é possível que algumas previsões não sejam totalmente realizadas, mas todas elas devem ser, ao menos parcialmente, atendidas pelas montadoras e fabricantes. Conte para nós se você possui alguma previsão que não foi listada aqui. Será que 2011 será realmente o ano dos tablets e do 3D?

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